Graviola (Folha)

3.2014.70

Origem: Brasil

Nome Científico: Annona muricata

Características: É um antibacteriano, fungicida de largo espectro, vermífuga, antiparasitária interna, tónico ,regulador das funções cardíacas, descongestionantes, diaforética, estimulante das funções digestivas, analgésico, sedativo e hipotensivo. Indicada para os casos de abcesso, artrite, asma, astenia, bronquite, coadjuvante no combate ao cancro, coração, diabetes, diarreia, disenteria, dor, edema, elimina catarro dos pulmões, emagrecimento, espasmo, febre, gripe, hipertensão, nevralgia, reumatismo, rins, tosse, vermes intestinais.

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Descrição

Hisória: A Graviola é o fruto da gravioleira, uma árvore típica da América Central e que se adaptou facilmente em outras regiões de clima tropical e subtropical, como Brasil, Colômbia, México, Havaí e algumas regiões da África e Ásia. No Brasil, a planta foi introduzida pelos portugueses no século XVI, tendo-se tornado, talvez pelo fato da mesma preferir climas húmidos e de baixa altitude, subespontânea na Amazónia.

Constituintes e  Propriedades: É um antibacteriano, fungicida de largo espectro, vermífuga, antiparasitária interna, tónico ,regulador das funções cardíacas, descongestionantes, diaforética, estimulante das funções digestivas, analgésico, sedativo e hipotensivo. Indicada para os casos de abcesso, artrite, asma, astenia, bronquite, coadjuvante no combate ao cancro, coração, diabetes, diarreia, disenteria, dor, edema, elimina catarro dos pulmões, emagrecimento, espasmo, febre, gripe, hipertensão, nevralgia, reumatismo, rins, tosse, vermes intestinais.

A Graviola é publicitada como a planta mais anticancerígena do planeta!

Em 1997, Criah Hopp e al. demonstraram a actividade citotóxica especifica contra células malignas do tumor do pâncreas.

Em 2014, Hansa reporta resultados positivos em casos de cancro de mama.

Trata-se, portanto, de um conjunto de fitoquímicos que continuam em fase de investigação clínica no tratamento do cancro.

Precauções: O uso prolongado pode levar à destruição da flora bacteriana do tubo digestivo. Para um tratamento superior a 30 dias, aconselha-se o uso de probióticos e de enzimas digestivas; doses muito elevadas ou tomadas de uma única vez (extracto seco) podem causar náuseas e vómitos. Não deve ser ingerido por grávidas ou por mulheres em fase de amamentação.

Não deve ser ingerido por pessoas com doença de Parkinson.

O consumo regular deste produto deve ser interrompido duas semanas antes de qualquer acto anestésico ou cirúrgico.

Utilização/Infusão: 2 colheres de sopa num 1L de água fervida durante 5 a 10 minutos.

Bibliografia: LIMA, Joaquim J. Figueiredo. “Plantas Medicinais e Medicina Convencional”. Chiado Editora, 2016

https://mundoeducacao.uol.com.br/biologia/graviola.htm

http://florien.com.br/wp-content/uploads/2016/06/GRAVIOLA.pdf

Informação adicional

Peso N/A